Blog do Romeu, psicólogo e consultor de empresas


 
 

A inveja do vadio


Sabe.... há momentos
 
em que a mente é pura maldade..
 
 
Noutro dia, uma fêmea de tico-tico,
 
veio alimentar-se em meu jardim...
 
e trouxe seus filhotes...


bem maiores que ela,

uma vez para cada um, 

lhes dava comida na boca,

eles esperavam insaciáveis,

exigentes, gritavam (pássaro grita?),

 

associei às mães de hoje...

aos filhos que resistem crescer,

aos pais ausentes,

os dias nublados...

 

a maldade estava

na inveja que senti...

de poder dar de comer,

a filhos nada exigentes...

 

A vagabundagem traz o privilégio

de poder observar,

sentir, confessar,

e escrever.



Categoria: crônicas
Escrito por Romeu Jesus às 03:24:32 PM
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Deserto

 

Se espera demais

de um primeiro encontro...

 

conheça primeiro, depois beije... 

sempre que o beijo acontece rápido,

não dá certo...

 

tem que haver romantismo, acredite...


 
tão carente que um sorriso...
 
apaixona...
 

pelas bordas de um mercado, farmácia,

boteco ou calçada...

há o tamanho cômico da carência


 
exige observar as atitudes

das pessoas e as nossas

perceber que em qualquer lugar

é necessário ter muita atenção,

porque em cada novo lugar

outra cultura,

outra forma de julgar,

outra forma de conhecer, de curtir,

de estravasar, de escolher...

 

e vejo todo dia que a cada novo lugar,

que a cada nova sociedade

que se passa a conviver,

é preciso aprender

com os valores deste novo lugar,

 

 

conhecer, escolher, fazer parte

só é possível quando interagimos

com os valores da sociedade

 

se não aceitamos,

não há porquê sermos aceitos

 

até os passarinhos de meu quintal

onde tem uma casinha em que coloco comida para eles,

chegam devagar, desconfiados,

espreitam, sentem o ambiente...

 

nesta experiência...

há riscos,

para andar em frente

contando grãos de areia,

escutando o vento,

apreciando a paisagem,

ficando feliz

ao encontrar um oásis!    



Categoria: crônicas
Escrito por Romeu Jesus às 01:18:14 PM
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Crise no playboy

 

Outro dia ...

 

peguei o ônibus para ir visitar minha filha...

feliz porque iria vever meus netos,

filar uma bóa..

 

pois é, você talvez nem lembre mais

o que seja pegar ônibus...

estás podendo....

 

bom, continuando...

 

 

 

entrei, cumprimentei o motorista...

 

e quando estou indo para a roleta...

 

uma moça linda, abriu um sorriso,

olhou nos meus olhos...

 

meu coração palpitou... pensei, será comigo?

 

cheirosa, cabelos molhados...

mulher com o sabor da bela manhã...

 

ela falou com aquela boca maravilhosa,

ao mesmo tempo em que levantava...

"Podes sentar..."

e falou olhando para mim, feliz

como quem tem seus pecados absolvidos...

 

quase desmaiei... de emoção?

também pudera...

 

respondi e menti:

"Obrigado, vou descer na próxima..."

e pensei:

caramba, escambau... (@#$%&*)

 

saí de fininho...

sem olhar para tráz...

 

desgraça.... miséria...

ela estava apenas sendo educada

com o velhinho ...

 

poxa, tenho só 53...

e uma pancinha!

 

é a treva...
não é?



Categoria: crônicas
Escrito por Romeu Jesus às 11:10:03 AM
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As 10 prioridades fundamentais

 

  • Este artigo de Carlos Peres, economista, foi publicado na Gazeta do Povo, Curitiba, segunda-feira, 15 de Junho de 2009, momento em que o Brasil retoma seu crescimento, sendo elogiado pelo mundo inteiro como potência emergente que soube sair da crise.

 

A crise econômica que se abate em todo o globo desde meados do ano passado (2008) deixará marcas indeléveis nas empresas de todos os portes e, por conseqüência, nos cidadãos. Apesar disso, é um momento oportuno para revisar algumas premissas. É preciso fugir do lugar comum e entender que crise é um momento para repensar processos.

 

Por isso a PricewaterhouseCoopers elaborou 10 ações, ou questionamentos, elementares para apoiar empreendedores a reduzir as turbulências neste momento e repensar adiante: sair fortalecidos da crise e com empresas mais sólidas e harmônicas.

 

Prioridade 1 – Uma análise profunda.

Você conhece os impactos que a atual crise trará? Antes de qualquer ação é preciso entender quais são os reais impactos da crise. Para isso é fundamental dispor de dados confiáveis como indicadores de desempenho, índices de mercado e informações sobre os concorrentes.

 

Prioridade 2 – Você está sendo ágil e confiante?

Após conhecer os efeitos da crise é preciso ser rápido para sincronizar sua cadeia produtiva ao novo cenário. Crise também é momento de questionar conceitos ortodoxos ou paradigmas como, por exemplo, linhas de produtos que não trazem rentabilidade à empresa e estão lá porque são estratégicos. O essencial é manter os olhos nos pontos que representam riscos para seu negócio e para o que de fato gera resultado. 

 

Prioridade 3 – Você está garantindo a sustentabilidade financeira de sua empresa?

Em geral, em tempos de crise, os recursos são otimizados. É uma fórmula que deve ser seguida sempre, inclusive na bonança. Gestão do fluxo de caixa e do capital de giro são ferramentas essenciais nesse processo.

 

Prioridade 4 – Seus investimentos são geradores de valor?

É uma pergunta conceitual, pois é preciso rever as prioridades, reconsiderando riscos, oportunidades e posicionamento estratégico em virtude daquele novo cenário traçado anteriormente na Prioridade 1. Para isso, sua empresa precisa ter a capacidade de gerar esss informações analíticas para a sua tomada de decisão.

 

Prioridade 5 – Você está reduzindo custos de forma efetiva?

De cima, quase todas as atividades e ações fazem sentido em uma empresa. Só de cima. Uma análise mais apurada deve informar quais processos realmente fazem a diferença, quais serviços ou produtos que, de fato, geram valor ao cliente.

 

Prioridade 6 – Você recebe as informações certas?

Monte um programa de  gestão da performance para obter informações essenciais para a gestão. Você precisa de dados precisos e atuais para tomar decisões acertadas. Aqui o sucesso será garantido se for alinhado cm o plano estratégico de negócios, medindo o progresso contra seus objetivos.

 

Prioridade 7 – Você planejou como vencer?

O seu objetivo final deve ser detalhado no plano de negócios. É preciso conhecer o percurso para chegar ao objetivo. E um conceito que exige determinação e informações atuais e precisas da empresa e do mercado.

 

Prioridade 8 – Você tem as pessoas certas?

Na essência, são elas que promovem erros e acertos, sucesso e derrota nas organizações. Por isso pessoas com capacidade para analisar o desempenho e tomar decisões, são ingredientes fundamentais de todo negócio. Para cercar-se de pessoas certas é preciso conhecer os objetivos da empresa – novamente o plano de negócios é essencial – e a partir daí traçar as competências dos profissionais que se deseja atrair e reter.

 

Prioridade 9 - Seus stakeholders estão do seu lado?

As pessoas – sejam clientes, acionistas, fornecedores, funcionários, etc – sabem dos desafios, das oportunidades que a crise traz? Seja transparente. Processos de governança corporativa fazem toda a diferença, nos pequenos e grandes negócios.

 

Prioridade 10 – Você está atento a oportunidades?

É óbvio que a crise passará. Quem preservou o valor da sua empresa precisa pensar como quer se posicionar no cenário pós-crise. E isso precisa ser mapeado agora. Se deixar para depois que a turbulência passar, a chance foi perdida. Entre outras ações, é preciso projetar quem serão os players que sairão fortalecidos e serão os seus competidores mais ferozes. Com base nessa análise é possível decidir se serão necessários novos canais de distribuição, novos produtos, parcerias, aquisições de concorrentes e até fusão.

 

São passos que podem até parecer complexos, mas são elementares para qualquer empresa. Parte do conhecimento de mercado e da organização para projetar o futuro. Se a crise, que já está se esvaindo, tem lados positivos, um deles é “obrigar” as empresas a reverem seus custos e tornarem-se mais competitivas, e isso é bom para toda sociedade.



Categoria: empreendedorismo
Escrito por Romeu Jesus às 04:32:20 PM
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Highlander

 

embora haja quem 

se sinta em meio ao fogo mais intenso...

outros, acreditem nunca se queimar...

dor tão especial, impossível imaginar...

fogo mais ou brando,

nem a mais ou leve dor...

 

creia, é Highlander,

isto faz sobreviver

a fogo intenso

e fortes dores...

 

a certeza de sobreviver não cria

o mais carente dos homens?

 acredite, dês água,

será bebida, pois há sede...

de vida, pois não há morte

por falta de água!

 

Qual a sede?

é a sede do humano, da cultura: 

paz, amor, compreensão, 

acolhimento, parceria, companheirismo,

carinho e abraço...

beijos... calor,

calientes... suor, ah!

fazer parte e pertencer,

tudo significa em um gesto ímpar!

 

é a sede de um "oi",

porque provoca,

acomanha,

observa,

responde, 

torna vivo este Highlander,

sobrevivente, guerreiro.

 

Imortal?

doces risadas acompanham a queda deste monstro,

em suicídio, nas profundezas de infinito precipício,

nunca chega ao fim da jornada,

quanto mais fundo, mais vida encontra.



Categoria: poesias
Escrito por Romeu Jesus às 07:12:02 PM
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CORRENTES

Nuvens que andam depressa,

negras nuvens andarilhas

prenunciam tempestades...

Silenciosas, carregadas de energia,

igual às meninas travessas

brincam de soltar raios,

berram trovões... assustam!

 

Grãos de areia voam,

deslizam sobre o chão de irmãos,

como meninos de rua em disparada,

dá para escutar a algazarra,

vão formando dunas, claras.

As dunas movem-se quando

seus meninos travessos voam! 

 

Ventos deslocam grãos e nuvens.

Dunas inteiras, amarelas, viajam

lentas, mas seus meninos grãos, rápidos.

Nuvens de água transparente,

brincam com o céu, ora brancas,

ora negras, viajam silenciosamente.

Nuvens de gotas, meninas sedutoras.

 

 

O mesmo vento que faz a nuvem voar 

faz a duna andar. Vento, ar de empurrar,

quem empurra o ar, são as correntes do mar.

Lentas, fortes e teimosas,

as correntes arrastam ventos,

que arrastam nuvens e dunas.

Correntes do mar têm elos de calor e frio.

 

Corações humanos têm paixões,

que arrastam corpos,

com elos de intenções e pulsões.

Corações geram calmarias de ternura,

tormentas de ódio ou inveja,

explosões de tesão ou raiva,

movimentos criativos de cultura e inovação.

 

O filme Shine – brilhante,

termina com a seguinte reflexão:

“Para cada momento da vida existe uma razão,

quiçá se a cada momento, soubéssemos sua razão!”

Poderíamos tentar perceber as correntes

de calor e frio, que movem os ventos

que sopram em nossos corações.



Categoria: poesias
Escrito por Romeu Jesus às 10:01:21 AM
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Divinos Loucos

Maluco, estupendo, doido, demais, fora de série, incrível, muita adrenalina, arrasou, ... são muitas das expressões utilizadas em diversos momentos de nossa vida, todas elas para dizer de algo inédito, novo, talvez inovador, surpreendente!

 

Há malucos em confrarias, oficinas, ao vento, na areia, sobre as ondas e abaixo delas, no topo de ondas, montanhas, aranha-céu, dirigindo, em eventos públicos ou privados. Há malucos em clínicas ou em hospitais, em universidades e empresas, na política, na administração e até na justiça, em escolas e igrejas, há malucos por todos os lugares.

 

Há malucos da criatividade, os que inventam, inovam e produzem o novo saber, nas artes e nas pesquisas em avanços científicos, no fazer de mestres artesãos e profissionais. Malucos que trazem avanços na qualidade de vida para o crescimento das emoções, do prazer em família, do entendimento espiritual, das amizades, do desenvolvimento no trabalho e na ciência.

 

Há malucos que se prejudicam, que prejudicam a outros, que são agressivos em suas formas de expressão, que geram infelicidade a si e a terceiros. Há malucos que precisam de apoio, de socorro, outros de limites, de intervenção clínica e até hospitalar. Sempre há como encontrar coisas positivas em qualquer ser humano, mas não é positivo deixar que as pessoas se maltratem, sofram ou façam sofrer, por suas loucuras.

 

Há malucos que passam a viver em função da loucura de outros, que aceitam passivamente a falta de coerência e saúde mental em nome de vantagens materiais ou de crenças religiosas, ideológicas ou códigos de grupos contestadores sociais. Todo excesso é uma forma de loucura, todo radicalismo é uma forma de violência contra o direito de liberdade do outro, não importa a idade.

 

Há os malucos das drogas sociais e das ilícitas, da gula e da anorexia, da vaidade e do desleixo, do radicalismo e da neutralidade, os da degeneração social, do desespero e do medo, dos ansiosos que se atropelam e dos que procrastinam e nunca fazem, das agressões e do silêncio, da paixão e da apatia...

 

Há maluco que não respeita sua qualidade de vida, nem a cultura dos outros, nem a saúde de si e de terceiros, nem códigos e nem leis. Este é o limite para observarmos e procurarmos chamar atenção destas pessoas, de que seu comportamento não é saudável, que precisa de ajuda, e até, em casos mais graves, intervirmos firmemente no sentido de oferecer ajuda psicológica para a pessoa que não somente prejudica a si, como a familiares, amigos e sociedade. 

 

Há os Divinos Loucos, a quem devemos agradecer toda excelência no crescimento humano, e há os malucos, também filhos de Deus, que precisam encontrar formas de ajuda: uns podem se tocar e ajudar a si mesmos, outros dependem de alguém os orientar ou, tomar providências.

 

A ética dos profissionais da saúde mental associada ao conhecimento técnico, são os principais instrumentos para distinguir entre o normal e o anormal de ser maluco, porém, quando se observa um prejuízo considerável em termos de saúde física ou emocional, aliado a desgaste nas relações de trabalho, familiares ou sociais, são sinais importantes de que algo não vai bem. 



Categoria: psicologia
Escrito por Romeu Jesus às 12:35:49 PM
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INOCÊNCIA PERDIDA

não amar,

egoísta não sabe perdoar...
ainda tolera...
mas tolerar é vergonhoso,

é corrupção... 

 

reconhecer a mágoa...

saber que já sentiu isto antes,

tantas vezes,

e ainda sente.
a maioria das pessoas

não  compreende,

disfarça de si mesma.
 
compreendo, normal,

constituir um universo

egoísta

de sentimentos e dores,
de amor, ódio e mágoas...
a esquecer

da gratidão,

do perdão,

do doar-se...  

querer mesmo,

o milagre a buscar:

recuperar a inocência...

aquela mesma da adolescência.
lá havia certeza

de que tudo dá certo,
pessoas são boas, puras,
se resolve qualquer situação

com bom humor

calor e

suor...
 
todo dia acordar

com de bem com a inocência,
desconhecer mágoas,

ressentimentos,

ódio ou raiva...
não reconhecer a maldade,

e,

sobretudo,

ter fé!



Categoria: poesias
Escrito por Romeu Jesus às 09:15:28 AM
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Terceira Idade... aí depende de você!

 

BARBIE COMPLETOU 50 ANOS... 

 

PI UPIU completou 60 anos esta semana



 

SUPERMAN



Thor

Hulk



Mulher Maravilha



Batman  e
  Robin



SPIDERMAN


 


A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, beije lentamente, ame de verdade,  ria descontrolavelmente, e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo. E lembre-se que não há prazer sem riscos.

A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar!!! Aprecie....

Ensinamentos da jovem Gislaine!    

 



Categoria: psicologia
Escrito por Romeu Jesus às 02:54:17 PM
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Quem é o empreendedor?

Empreender é a tarefa do empresário. Empresário é todo aquele que resolve disponibilizar seu capital a serviço do progresso da sociedade em que está inserido, assumindo a responsabilidade de sua administração. O objetivo do empresário ao empreender um comércio, indústria, serviço ou atividade do setor primário, será sempre a de alcançar o lucro, respeitando as suas funções sociais, consciente da importância na preservação do meio ambiente, arcando com riscos de suportar possíveis prejuízos. Ousadia e criatividade, estas são as principais qualidades para estar aberto à inovação.

Empreendedor é aquele que tem feeling – a visão intuitiva de negócio. Esta qualidade necessita ser qualificada constantemente, aprimorando suas competências para garantir sua capacidade de realização. O nível cultural é desejável, a informação e sua utilidade é que devem ser assimiladas para engrandecer a visão de mundo do empreendedor. Capacitá-lo é conscientizá-lo de que poderá ter ética ao interagir com o social e com a natureza, e torná-lo seguro e eficaz ao realizar as oportunidades de sucesso e crescimento que vislumbra.

 

Para fazer frente a tantas tarefas o empresário deve informar-se, educar-se, capacitar-se, instrumentalizar-se, capitalizar-se e participar de forma associativa, buscando soluções em conjunto com a sociedade, saindo do isolamento, buscando incessantemente apoio, conhecimento e inovação.   

 

Empreender não é apenas um talento a ser aprimorado, conquistado e estimulado, mais que isto, é uma atividade de risco que parte de uma especial visão de mercado, um impulso de genialidade para suprir a sociedade de uma função que ninguém está exercendo, buscando a realização de sonhos profissionais, familiares, econômicos, ambientais e sociais através da geração de lucros financeiros, correndo riscos elevados para si e para sua família.

 

O empreendedor verdadeiro se mostra impaciente para permanecer em um banco de escola, para o planejamento, para a paciência de esperar pelo resultado de todos os estudos de viabilidade, devido à grande dose de dinamismo e iniciativa que compõe sua personalidade. Ao iniciar seu empreendimento precisa de referenciais para decidir se tem as qualificações necessárias, o capital adequado, o conhecimento exigido, se conhece os limites que a legislação impõe para regulamentar a sua atividade, se está com uma visão de negócio que será lucrativa. Observemos abaixo, na figura “Ciclo da Criatividade”, os passos para tornar-se empreendedor.

 

Ou seja, não basta ter a idéia, o sonho, é preciso ação planejada. Neste aspecto, formação e informações tornam-se ferramentas fundamentais para o sucesso do empreendedor, pois não verá o seu negócio como uma saída política para a crise econômica mundial, ou para os efeitos da globalização, ou da alta tecnologia que gera o desemprego ou para a exclusão digital, tecnológica e cultural que atinge a maioria da população.

 

Muitos são aqueles que se aventuram na atividade empreendedora como única solução econômica para o desemprego. Sem a visão de negócio, sem o tino para a atividade, sem os conhecimentos técnicos, administrativos, contábeis, jurídicos, publicitários, gerenciais e de gestão de pessoas, não conseguem sobreviver, e quiçá alcançar a uma gestão inovadora e sustentável. É preciso criar as condições para assegurar a sobrevivência e a continuidade dos empreendimentos, modificando esta imagem que a sociedade possui de que o empreendedor é explorador, para uma imagem de ator pró-ativo e transformador do crescimento sustentável. 

 

A sociedade, por outro lado, precisa perceber através de todas as suas instituições, que toda vez que um empresário vai à falência ou, que um empreendimento fecha suas portas, que esta sociedade é tão agredida quanto quando a sociedade se defronta com problemas de delinqüência infantil, criminalidade, menores de rua, prostituição, desemprego, dependência química e econômica, desespero mental, epidemias, queimadas, extinção de animais, a degradação da natureza em paralelo com a social.

 

Existem os maus empreendedores, mas a formação deles depende da sociedade que os produz, que os estimula. Precioso é analisar como a sociedade faz isto e para onde os conduz. Vivemos todos no mesmo planeta, somos produto de uma sociedade dinâmica e veloz, queremos todos a qualidade de vida como resultado do crescimento sustentável.

 



Categoria: empreendedorismo
Escrito por Romeu Jesus às 01:54:19 PM
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Empreendedor Consciente

Empreendedorismo é a força do “fazer acontecer”. O empreendedor, nessa concepção, é a pessoa capaz de gerar resultados efetivos em qualquer área da atividade humana. Muitas donas de casa são empreendedoras, há funcionários empreendedores, cidadãos empreendedores, crianças e jovens que fazem acontecer nos estudos e até nos esportes e nas brincadeiras, pessoas idosas que até os últimos dias fazem acontecer...

 

O que diferencia os empreendedores é seu nível de consciência. Há empreendedores que fazem acontecer, com grande força, mas o fazem sem pensar nas conseqüências. Sem pensar se há outras coisas mais essenciais a fazer, que sejam mais úteis à sociedade e às futuras gerações. São pessoas que, se refletissem sobre como o todo funciona, não fariam o que fazem. Estariam contribuindo de forma diferente. Talvez até, de forma muito diferente.

 

Há ainda empreendedores de grande talento que não só trabalham em atividades pouco relevantes à sociedade, mas até prejudiciais a ela. São os que usam suas competências, por exemplo, em ramos altamente poluentes ou fabricando produtos que afetam a saúde das pessoas, etc. O extremo desse espectro está nas pessoas que atuam em ramos sérios, mas de forma não-ética e vêem no crime um “negócio” altamente lucrativo.

 

O empreendedorismo consciente é aquele que produz um modo de vida sustentável, ou seja, assegura a continuidade da vida para todos, não só em curto prazo, mas levando em conta as gerações futuras. Está fortemente relacionado à busca do bem comum e por isso contrapõe-se a um “empreendedorismo egoísta”, daqueles que buscam vantagens só para si e, muitas vezes, a qualquer custo.

 

Empreender consciente implica não produzir desequilíbrios de qualquer natureza, promovendo a integração entre o econômico, o social e o ecológico com foco nos benefícios que serão gerados para o todo (para minha cidade, meu país e para o Planeta).

 

A primeira condição para que as empresas possam continuar gerando valor para a sociedade em bases sustentáveis é que elas sejam rentáveis. As empresas, para serem sustentáveis, precisam ser, antes de tudo, Economicamente e Legalmente Responsáveis, zelando por sua eficiência, produtividade e, conseqüentemente, por sua rentabilidade.

 

Contratos, por melhor que seja a sua elaboração, não conseguem prever todos os eventos futuros na relação entre as partes. As legislações trabalhistas, ambientais, ou ainda o código de defesa do consumidor - por mais abrangentes que sejam - são incapazes de estabelecer regras e padrões para todas as interações existentes, entre uma empresa e seus colaboradores, meio ambiente, clientes, consumidores ou concorrentes.

 

Em grande parte dessas interações, as empresas são diariamente chamadas a decidir "o que fazer" e "como fazer", não apenas com base no que é ditado pelas leis, mas sim com base em seus valores éticos. A partir desse ponto, o que conta não são mais os controles externos, mas sim a liberdade e a responsabilidade a partir das quais a empresa decide fazer o que é certo e o que é justo.

 

 



Categoria: empreendedorismo
Escrito por Romeu Jesus às 01:49:19 PM
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Ciclo da Criatividade

 

*Fonte: Alvim, Paulo Cesar Rezende de Carvalho, Consultoria em Administração Empresarial,    Brasília: Universidade de Brasília, Secretaria de Empreendimentos, 2001, pg. 25.

 

No artigo sobre “Quem é o empreendedor?” citei o Ciclo da Criatividade, hoje vou comentar a respeito de cada uma de suas etapas:

 

1.       Idéia

A partir da “idéia” passamos a identificar e avaliar as oportunidades no estágio inicial do processo de empreender. A idéia não é um elemento isolado, deve ser pesquisada, testada e construída, deve estar inserida num contexto, na oportunidade de atender uma necessidade mal ou não atendida, oferecendo um produto ou serviço. Uma idéia se transforma em oportunidade de negócios quando atende às especificidades de cada setor / segmento.

 

2.       Identificar um interesse por setor / segmento de negócios

O empreendedor necessita identificar um interesse por um setor ou segmentos de negócios, compreender e descobrir a oportunidade, focar um nicho de forma diferenciada, imaginar e definir um contexto organizacional, planejar o atendimento da oportunidade de negócio, ou, passar para o papel a idéia dando vida ao sonho.  

 

3.       Compreender um setor / segmento de negócios

Planejar é essencial, diferencial competitivo é importantíssimo, saber cada detalhe, conhecer como é a operação que deseja empreender, descobrir como funcionam os concorrentes, seus defeitos, como pode fazer melhor, como será o futuro dos concorrentes, de necessidades do mercado, clientes, fornecedores e o negócio. Para as micro e pequenas empresas recomenda-se a participação em equipes temáticas de troca de informações, missões com visitas técnicas e a feiras, participação em debates, desenvolvimento conjunto dos planos de negócios, adesão ao cooperativismo, às APL’s, a rodadas de negociações, a associações e  parcerias, conforme o caso, sendo táticas estimuladas pelo SEBRAE.

 

4.       Descobrir a oportunidade

Identificar no mercado em que os clientes do negócio que deseja empreender não estão satisfeitos, qual o diferencial que os traria à sua empresa, por que eles trocariam seus atuais fornecedores por produtos e/ou serviços que você irá oferecer.

 

5.       Focar um nicho de forma diferenciada

Descobrir a razão de satisfação de seus futuros clientes é fundamental para a perenidade de seu futuro negócio, e descobre-se ao responder por quanto tempo seus produtos e serviços irão satisfazer a seus futuros clientes em nível de condições de qualidade, prazo de entrega, condições da entrega, garantia, preço e condições de pagamento. O Plano de Negócios é o instrumento que “checa” a idéia, onde planeja e estuda sua viabilidade, ou a oportunidade de negócios, é uma descrição detalhada, por escrito, de por que, como e quando um empreendimento atingirá sustentabilidade, mantendo-se competitivo no mercado, devendo conter informações que reflitam a realidade, as perspectivas e as estratégias do empreendimento.   

 

6.       Imaginar e definir um contexto organizacional

Identificar fatores de competitividade, compreender gestão de qualidade, produtividade, inovação, marketing, empresa e de pessoas são fatores importantes para sobreviver e superar as empresas concorrentes. Competir é ampliar o nível de controle das informações, redução de custos, maior rapidez nos processos de produção e de decisão, maior eficiência, circulação rápida e segura de informações, respostas imediatas, ausência de intermediações nos processos, uso da Internet, descentralização do trabalho, tudo isto convivendo de forma dinâmica com ambientes férteis em novidades e desafios.

Os três objetivos fundamentais para o sucesso da organização são: a liderança de custo para produzir produtos e serviços com baixo custo; a busca da diferenciação que pode ser alcançada pela qualidade do produto, pela inovação - resposta aos desejos do consumidor; e, o foco de mercado ou de grupos sugere que a empresa é especialista em algum aspecto.

 

7.       Planejar o atendimento da oportunidade de negócio

Uma vez viabilizado o novo negócio a partir do Plano de Negócios, chega o momento de executar todas as etapas, conforme o planejado, estando sempre pronto a re-planejar e corrigir distorções que as dinâmicas do mercado podem proporcionar. Um plano é uma estratégia, e como tal deve sempre permitir possibilidades de alterações de contingência. O planejamento estratégico das instalações, processos produtivos, gestão de pessoas, marketing, finanças, logística, inovações, custos, qualidade, compra, venda e cobrança, devem estar integrados de forma a cumprir a missão da empresa, sua visão de futuro e valores.

 



Categoria: empreendedorismo
Escrito por Romeu Jesus às 01:35:48 PM
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A Estruturação de um Negócio

A figura demonstra de uma outra maneira o Ciclo de Criatividade para conceber um negócio de sucesso. No artigo anterior mostrei as conceituações dos passos a serem seguidos, neste falaremos dos passos concretos que deverão ser percorridos pela pessoa que deseja abrir um negócio com responsabilidade e focada no seu sucesso.

 

Uma vez tida a idéia de se tornar um empreendedor, escolhido um segmento de mercado, compreendido como funciona, identificado uma oportunidade de negócio, e percebido uma maneira diferenciada de focar o mercado para atender a determinadas necessidades, deveremos imaginar e definir um contexto organizacional, planejando o atendimento da oportunidade de negócio. Para estas duas últimas atividades, a análise da figura nos permite vislumbrar as tarefas a cumprir.

 

Olhar o mercado e responder à questão “Para quem” vou trabalhar, exige que pesquise junto a potencias clientes sobre o que pensam a respeito das concepções de produto ou serviço, se comprariam, em que momento, com que exigências, e até quando permanecerá o interesse. Será muito importante avaliar qual a imagem que têm do produto ou serviço e, da empresa que estou criando ou que já possuo.

 

Será necessário analisar a qualidade das entrevistas e o perfil dos entrevistados para avaliar o potencial de mercado, tanto em qualidade, como se representa quantitativamente o mercado. Para avaliar economicamente e imaginar os diferenciais a serem oferecidos, precisará ter uma amostra de boa parcela dos reais consumidores do produto ou serviço a ser oferecido..

 

Definir o produto ou serviço que se vai oferecer ao mercado, é buscar ter a certeza de que o consumidor encontrará retorno ao seu investimento. Não se pode esquecer que os consumidores não são iguais, que tem culturas de consumo diferentes conforme a região, grau de exigência e seu poder aquisitivo. Será necessário testar o produto ou serviço, fazer testes reais quanto ao seu valor para o cliente final, tanto conceitual quanto em relação à qualidade.

 

A definição do “Como fazer” é tão crítica como a de decidir quais os produtos ou serviços realmente têm mercado e clientes. Significa descrever as atividades ou processos necessários em detalhes: por quais pessoas, com qual qualificação, com que treinamentos, com que ferramentas, com que insumos, em que espaço, em que lugar, o que é feito com o produto de seu trabalho, com os rejeitos e lixo gerado, e a que custo.

 

Ao final destas tarefas poderá imaginar a estrutura que será necessária para levar o produto ou serviço até o consumidor, desde a busca dos insumos, passando pelos processos, até os resultados esperados. Prédios, máquinas, ferramentas, tecnologia, ambiente, logística de receber insumos e entregar produtos e serviços, com quantas pessoas, o que será terceirizado, como será o controle da qualidade, como fará o controle financeiro, o faturamento e a cobrança. Tudo isto necessitará de pessoas, pessoas que fazem acontecer, que precisarão estar organizadas, orientadas, motivadas, até formar um time de alta performance.

 



Categoria: empreendedorismo
Escrito por Romeu Jesus às 01:30:53 PM
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Custos Irrecuperáveis

A importância de refletir sobre  as ações que determinam o futuro, ao lançarmos a idéia de oferecer um novo produto ou serviço ao mercado, está ligado à importância que daremos às tarefas, muitas vezes chatas e trabalhosas, de bem projetar e planejar.

 

Na busca incessante da redução de custos, objetivando maior rentabilidade e melhor possibilidade de enfrentar a concorrência oferecendo melhores preços aos nossos clientes, uma empresa que aplique os conceitos de mentalidade enxuta (lean thinking), sabe como é fundamental planejar todo e qualquer processo produtivo dentro de uma organização. Isto se aplica aos processos de produção como nos processos da administração, pois ambos custam e podem ser, mais que melhorados, ter uma importância estratégica na perenidade do negócio, quando melhor projetados.

 

Recuperar projetos mal elaborados pode diminuir custos, mas também custa, seu valor é sempre significativo, e o cliente nunca está disposto a pagar por erros dos outros. É necessário que ao desenvolvermos toda e qualquer ação para a melhoria de nossas organizações, levemos em conta estas considerações.

 

O planejamento dos futuros processos nas organizações, precisa ser elaborado com todo cuidado. Deve seguir critérios que garantam sua confiabilidade e que eliminem desperdícios e custos indesejáveis. Estudos revelam que somente 20% dos custos, aqueles de erros de produção, são os que podem ser recuperados, mesmo que se invista isto.

 

Os erros de planejamento de produtos ou serviços ocorrem nas  pesquisas erradas, nos detalhes que imaginamos que o cliente não vai perceber ou valorizar, nas análises precipitadas e mal feitas, no  mau planejamento de processos e dos custos, nos equipamentos e ferramentas mal planejados, na logística envolvida mal preparada, em embalagem inadequada, no atendimento desagradável ao desejo do cliente, no preço final acima do valor percebido pelo cliente. Estes custos irão exigir reiniciar todo o processo de concepção do produto ou serviço, às vezes inviabilizando a empresa, gerando prejuízos irrecuperáveis.

 

 



Categoria: empreendedorismo
Escrito por Romeu Jesus às 01:25:00 PM
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Equipes de Alta Performance

Postura gerencial é, acima de tudo, uma forma de olhar, apreender, analisar, liderar e resolver problemas. Porém, esta postura só é possível quando o líder da empresa, do processo, convence os integrantes do grupo de que devem assumir uma postura pró-ativa. Esta postura pró-ativa só acontece os líderes se dedicam às suas equipes com especial atenção.

 

Os líderes devem acreditar que os integrantes de qualquer organização são indivíduos com conhecimentos, habilidades e atitudes a serviço de objetivos pessoais, necessitando serem convencidos a dedicarem-se à organização. Assim como a organização, que precisa se desenvolver constantemente, os profissionais precisam ter em mente seu constante crescimento pessoal e profissional. O foco é criar um elo entre os objetivos pessoais dos colaboradores às diretrizes da organização.

 

Ocorre que o profissional não é uma máquina ou programa nota dez em qualquer campo de atividade - a perfeição é apenas um objetivo. O conhecimento sempre é renovado, em qualquer área, em uma intensidade muito elevada, sendo que os especialistas afirmam que todas as ciências estão se renovando a cada dois anos. Nesta era da informação e da tecnologia, há previsão de que em poucos anos a atualização deste conhecimento terá a garantia de apenas dois meses – uma acelerada metafísica gerando pessoas obsoletas.

 

Observando seu computador e a Internet, percebemos que estão cheios, entupidos, de dados. Mas somente aqueles dados que lhe interessam são informações, e apenas durante o tempo em que você utiliza. Informações são os dados com valor agregado, aqueles que resolvem o seu problema de uma forma positiva e produzindo crescimento, desenvolvimento, e acima de tudo, a desejável inovação.

Assim como os dados, as pessoas também necessitam agregar valor aos seus talentos e dons, para que as organizações as percebam comprometidas com o futuro, com a inovação, com os processos que participam, com as metas a atingir, com os objetivos a realizar. Este é o trabalho incansável de todo líder, agregar valor à sua equipe, aos seus colegas, para que haja mais harmonia organizacional através da conscientização dos grupos de profissionais.

 

O profissional consciente sabe da importância de seus constantes esforços na busca do desenvolvimento profissional, mas reconhece que deve estar comprometido com o futuro de seus colegas, empresa, meio ambiente, cidade e país. O líder deve incentivar relacionamentos profissionais transparentes, onde embora existam informações confidenciais, não haja mais espaço para as nefastas panelinhas ou grupos cumpridores de obrigações, ou os desagregadores - aqueles que adoram ver o circo pegar fogo.

 

O novo Líder busca a excelência através do comprometimento das pessoas com a missão, valores, objetivos e metas da organização, realizando o planejamento estratégico, mentalizando um plano de contingências ao antecipar os problemas, sabendo que pessoas e organizações têm em comum, falhar e errar.

 

Ao introduzir um novo processo de administração, a partir da postura de liderança dos dirigentes, aplicada não só na solução contínua de problemas, mas como forma de construção e inovação do negócio, este novo jeito de construir soluções, um estilo de atacar os problemas levando em conta a opinião, o potencial criativo e empenho produtivo dos colaboradores, considera os sonhos que fundaram a organização, os valores que a estruturaram, a história de sua evolução, bem como o futuro que seus acionistas desejam destinar aos recursos disponíveis e a forma de interagir com a sociedade.

 

Este é um conceito onde todos os envolvidos repensam constantemente seus afazeres como se fosse o primeiro dia, cada participante sabe de sua função e importância no planejamento estratégico da empresa. Nesta forma de liderar, o questionamento não é visto como uma forma de instalar o caos ou como um comportamento adolescente, mas uma madura forma de comprometer-se com os resultados e o futuro da organização, permeando e permitindo a inovação.

 

 



Categoria: empreendedorismo
Escrito por Romeu Jesus às 01:20:04 PM
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